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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

LSPS Tempestades - PLANTÃO - Chance de Tempo Severo para quarta-feira no RS

     Na quarta-feira, o Rio Grande do Sul, poderá passar por mais um quadro de chuva excessiva e tempo severo com a formação de uma nova frente fria. Os modelos meteorológicos vão prevendo bastante chuva para o estado, e nos período de maior aquecimento (tarde e tarde para o a noite), chance de tempo severo, podendo ocorrer chuva forte, vento forte, e granizo.

     Tudo deve iniciar amanhã a noite, com chuva moderada ganhando intensidade na fronteira do RS com o Uruguay e com a Argentina, mas é na quarta, que a atenção para tempo severo é exigida. Da tarde em diante. as instabilidades ganham força e deve chover em quase todo o estado, podendo ocorrer tempestades severas em vários pontos do estado, menos no extremo sul.

     Na quarta, o GFS vai colocando vários índices de instabilidade com valores favoráveis para tempo severo sobre o Rio Grande do Sul, que por sua vez, deve gerar as tempestades, podendo algumas, serem severas.

→ Sweat (Índice de Tempo Severo):
     Para quarta, o GFS coloca altos valores de Sweat sobre todo o RS durante a tarde, e mais distribuído sobre o estado a noite.



CAPE:
     Para as 15 horas (18Z) da tarde de quarta, o GFS coloca altos valores de cape sobre o noroeste e um pouco mais baixos sobre o centro e leste do Rio Grande do Sul.

           | CAPE alto no noroeste do RS | WxBrasil |

Total Totais e Alevantamento:
     Para TT e Lifted, o GFS coloca altos valores sobre o centro e leste do RS, ambos os lugares, o modelo aponta -8 de Lifted e 54 de Total Totais as 18Z (15 horas) de quarta, valores bem elevados, propício para tempo severo.



Temperatura máxima:
     A Temperatura máxima pode indicar o quão severo serão as células que se formarem, por que quanto maior a temperatura, mais forte fica a elevação do ar. (claro, dependendo do valores para clima severo acima).
     Na quarta, a temperatura máxima deve ser de de 32 a 35°C no oeste,  33°C no centro, e 30°C no leste do Rio Grande do Sul, temperatura alta e suficiente para intensificar as tempestades.

          | 30 e 31°C sobre o oeste centro e leste do RS | Wx Brasil |

Pressão Barométrica:
     A Pressão atmosférica deve ficar em torno dos 1000 hPa no oeste e 1005 hPa no leste as 18Z de quarta, valor propício para formação ou intensificação de severas tempestades.

           | Pressão atmosférica para quarta sobre o RS | Wx Brasil |

JBN (Jatos em Baixos Níveis (850 hPa)):
     Na quarta feira, o combustível para as tempestades estará disponível sobre o RS, os JBN ou Jatos de Baixos níveis a 1.500 metros de altitude, deve alimentar as tormentas que se formarem, com ar quente e úmido.

         | JBN para o RS pelo Earth | Earth |

Difluência:
     Em 250 hPa, o GFS pelo Earth, vai prevendo a formação de uma difluência em altos níveis sobre o leste do RS (capital e Viamão) as 21Z (18 horas) de quarta. A mesma ajuda na perda de massa, assim verticalizando ainda mais os possíveis núcleos de tempestades.

           | Difluência em altos níveis | Earth |

RESUMO: Com com índices e situações mostrados acima, deve ocorrer a formação de células de tempestades ou até super células que podem gerar clima severo sobre o Rio Grande do Sul com chance de descargas elétricas, vento forte e granizo, no período da tarde até o fim da noite de quarta-feira.

CHUVA: Deve chover bastante de amanhã até o dia 20 deste mês sobre o RS. Os altos acumulados em curto período de tempo podem ocasionar enchentes em locais propícios para o mesmo.

Observação IMPORTANTE -  As previsões mencionadas acima são de plena autoria da LSPS Tempestades, esta postagem tem como intençãoalertar a população, para assim prevenir que o pior aconteça se o pior da previsão se confirmar. Lembramos que isto é apenas uma previsão, então os eventos abaixo mencionados podem acontecer, podem acontecer em menor escala ou até podem não acontecer. Isto é epenas uma tentativa de prestar serviço num pais, aonde a meteorologia ainda não é levada totalmente a sério comparado aos EUA.

CRÉDITOS:
• Imagens: WxBrasil, Earth.
• Texto: Lucas Slongo (LSPST).
• Fonte: NOAA, GFS.

                                  →→→→→→→→→→ •  LSPS - Tempestades • ←←←←←←←←←←.

sábado, 29 de agosto de 2015

Interceptação LSPST #2 - Poderosa Shelf Cloud em Viamão - 22/8/2015


     Bem Vinda(a) a segunda interceptação da LSPS Tempestades neste formato. Nesta postagem, será narrado os principais fatos durante a passagem de uma Frente de Rajada com Shelf Cloud sobre nossa sede em Viamão. Se estiver afim, também há a nossa interceptação em vídeo. Boa leitura abaixo.

Interceptadores: Lucas Slongo.
Local: Sede da LSPST na Estância Grande – Viamão.
Inicio da Interceptação: 17:00.
Fim da Interceptação: 23:15.

     No dia 18 de Julho de 2015, uma frente fria avançou sobre o Rio Grande do Sul, o arco da mesma adentrou sobre território gaúcho, com ar quente e úmido disponível, assim formando lindas frentes de rajadas que cruzaram o leste do RS.
     Durante a tarde toda, o céu ficou encoberto por uma camada intensa de Altostratus, foi só a partir das 16 horas que nuvens mais baixas começaram a chegar da direção sudoeste.

     As 17:00 da tarde, a frente de rajada começou a aparecer no horizonte sudoeste de Viamão, naquele momento só parecia ser um avanço frontal em forma de arco.

          | Frente de rajada aparecendo no horizonte sudoeste | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     Mas as 17:08 da tarde, a perspectiva mudou, ao invés de apenas uma nuvem arco, na verdade estava em aproximação uma Nuvem Prateira (Shelf Cloud), este tipo de fenômeno está sempre associado a frentes de rajadas severas, com descargas elétricas verticais, granizos e rajadas de vento, podendo ser intensos.

            | Shelf cloud enquadrada junto a nosso anemômetro | Foto: Lucas Slongo |

     As 17:14 da tarde, a Nuvem Prateleira já se encontrava bem próxima a sede da LSPS Tempestades, e eu (Lucas Slongo) já me impressionava com a magnífica beleza da Shelf Cloud, a última vez que vi uma nesse patamar, foi no dia 22 de Abril de 2011, só que naquele caso era uma super célula.

            | Shelf Cloud clássica avançando | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As 17:16 da tarde, a base já era bem visível na direção sudoeste, com leve circulação de sudeste para noroeste na parte oeste da frente.

           | Base da nuvem prateleira bem visível | Foto: Lucas SLongo (LSPST) |

     As 17:18 da tarde, a Shelf Cloud estava quase encima da sede, era lindo ver as prateleiras em cada nível, a primeira (alta), segunda (média) e a base (baixa), ambas alimentando a linha de tempestade da frente fria, com ar quente e úmido.

           | Prateleiras da Shelf Cloud bem visíveis | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As 17:19 da tarde, a Frente de Rajada chegou encima da sede, primeiro com rajadas de vento fraco a moderado, ambas quentes, sinal que a zona de precipitação esta distante da Shelf Cloud.

             | Base da Shelf Cloud em chegando cima da sede | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As 17:20 da tarde, a Shelf Cloud avançava para o nordeste, enquanto, as rajadas de vento ganhavam força, junto com as mortais descargas elétricas verticais.

             | Base já em cima da sede | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

             | Rajadas de vento e relâmpago durante a passagem | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As rajadas de vento naquele momento, já provavelmente alcançaram os 60, 70 ou 80 km/k.

     As 17:24 da tarde a base da frente de rajada, carregada de polaridade negativa, que estava sobre a sede da LSPS Tempestade, gerou um intenso raio, que caiu muito perto da sede, fazendo a energia cair por alguns instantes.

             | Raio intenso caindo nas proximidades da sede | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     Neste momento, o céu estava completamente escuro na metade nordeste, e claro na metade sudoeste, graças a densidade da base (densa ao norte e precipitando (menos densa) a sul).

             | Zona de precipitação se aproximando | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As 17:30 da tarde, a claridade já iluminava a sede da LSPST, neste momento as rajadas que eram de sudoeste para norteste, direcionaram para de sul para norte.

             | Chuva com vento intenso sobre a sede | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     As 17:40 da tarde a chuva começou a diminuir, com as nuvens mais altas já aparecendo junto com algumas clareiras de céu azul, era o fim da frente de rajada sobre Viamão.

             | Fim da passagem da frente de rajada | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

     Durante o avanço da Frente de Rajada com Nuvem Prateleira, houve rajadas de vento de prováveis 80 km/h, raios verticais caindo muito perto da sede, chuva intensa, e algumas pequenas pedras de granizo.

     As 18:00 da tarde, no horizonte sul, já estava visível a segunda onda, claro, com o ar frio soprando sul sobre a região, não seria severa quanto a primeira. Era mais uma base parcialmente escura com descargas elétricas na mesma.

             | . | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

      Durante a noite, houve umas 4 ondas de chuva com descargas elétricas, destaque para a última, as 23:10, aonde eu consegui uma bela imagem de um raio através da longa exposição da câmera, confira abaixo.

             | Descarga elétrica registrada pela longa exposição | Foto: Lucas Slongo (LSPST) |

       A Frente de rajada que avançou sobre a região leste do RS, gerou fortes rajadas de vento em Porto Alegre, alcançando 70 km/h, e granizo em São Leopoldo.

       Abaixo está disponível a nossa interceptação completa, com mais de 20 minutos de duração. Acompanhe o avanço completo da Nuvem Prateleira sem cortes e sem adição de áudio, e em seguida, o timelapse dentro da nossa caixa de registro.
     Quem for guerreiro e assistir todo o vídeo, não se arrependerá, emoção garantida.

VÍDEO DISPONÍVEL EM BREVE.

     Neste dia não tivemos a conexão com a internet, junto com os 16 dias anteriores a este, graças a inacreditável incompetência da Concessionária Oi Telecomunicações, que no dia 5 de Agosto arrumou o defeito no armário, e no dia seguinte, já estava-mos sem conexão novamente, inatividade que durou até o dia 28 de agosto.

Análise Técnica:
     A Formação desta frente de rajada com nuvem prateleira se deu pelo avanço de uma frente fria sobre o Rio Grande do Sul, que ao encontrar o ar quente e úmido sobre a região de avanço, iniciou a forte convecção, que em seguida avançou em forma de linha de tempestade (Squal Line), gerando chuva forte, descargas elétricas, vento e granizo.
     Já a Formação da Nuvem Prateleira em si se deu quando o ar frio descendente empurrou o ar quente já ascendente para cima, que ao ascender, foi sugado pela frente de rajada, condensado-o, formando assim as prateleiras, e em seguida, direcionando-se até as rajadas ascendentes do corpo vertical da frente de rajada, aonde alimenta o sistema.


→ Nota da LSPS Tempestade: A LSPS Tempestade esteve sem alertar do dia 6 ao dia 28 de agosto, devido a problemas relacionados a concessionária Oi, que novamente demorou 1 mês para reparar um defeito simples.

• Projeção da LSPS Tempestades:
     Esta Frente de Rajada que passou sobre a região leste do Rio Grande do Sul é um presságio, que o período severo já esta começando, daqui em diante, os quadros severos tendem a ser mais severo que o anterior, isso graças ao aquecimento gradual da atmosfera (transição de inverno para primavera e depois no fim do ano, verão), quando mais calor em condições de tempo severo, mais severas tempestades se formam, pelo simples motivo do ar quente se elevar em baixa pressão.
     O El Niño no Pacifico Equatorial, além de trazer quadro severo para a parte sul do Corredor dos Tornados sul americano, também traz os temidos bloqueios, que devem atuar durante a temporada de tempo severo sobre o sudeste e centro do Brasil. Como dito na postagem anterior nos continuamos enfatizando que com El Niño em ascendência, junto com Atlântico sul quente, tendem a criar a Temporada de Tempo Severo mais ativa na década. E nos primeiros 3 meses do ano que vem, provavelmente poderemos ter a formação de ciclone(s) tropical(is) em nosso Atlântico Sul.
     No momento, o que está acima é apenas projeção, mas já fica aqui uma pequena análise e projeção de alerta de quem entende de clima severo. Durante esses prováveis eventos (se a nossa operadora de internet permitir, que ta sendo difícil), nós estaremos alertando em forma de Boletins em nossa página no Facebook.

• Inter-Temporada Até Aqui:
   • Tornados: 2 (Paraná).
   • Ondas de Tempestades: 2 (12 a 14 de Julho), ( 18 a 19 de Julho), (22 de Agosto).
   • Eventos Interceptados: Célula com potencial de granizo (19/7/2015), Shelf Cloud poderosa (22/8/2015).

CRÉDITOS:
• Capa: Lucas Slongo.
• Imagens: Lucas Slongo.
• Texto: Lucas Slongo (LSPST).
• FontesNão há fontes.

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sábado, 25 de julho de 2015

Interceptação LSPST #1 – Célula Eletrificada em Viamão – 19/7/2015


     Bem Vindos ao novo estilo de postagem das nossas interceptações, nesse novo estilo, nós daremos foco total as nossas interceptações, nessas postagens, terá bastante conteúdo em fotos, eventos ocorridos, e se o evento for significativo, em vídeo.

Interceptadores: Lucas Slongo.
Local: Sede da LSPST na Estância Grande – Viamão.
Inicio da Interceptação: 00:30.
Fim da Interceptação: 02:00.

     No dia 18 de Julho de 2015, uma frente quente estava avançando para o sul, e associada aos JBN (Jatos de Baixos Níveis), fez formar poderosas células de tempestades sobre o Rio Grande do Sul, algumas chegaram aos 70 dBz pelos radares meteorológicos.
     No dia, o ponto de orvalho não tava muito alto, chegava somente aos 15°C, mas outros índices de instabilidades estavam presentes como, Total Totais, Lifted e Sweat, ambos em níveis fracos a moderados, comparando a um nível severo.

     No fim da noite do dia 18 de julho, uma linha de tempestade com duas células de 70 dBz por radar, localizada sobre o centro do Rio Grande do Sul, avançava perfeitamente para a direção leste do estado.
     As 23:30 do dia 18 de Julho, as células se localizavam, uma ao norte de Charqueadas e outra sobre a mesma, a célula sul vinha em direção a Porto Alegre e a Viamão, mantendo os 70 dBz de intensidade, começava ai os alertas em nossa página.

     Até chegar a capital, a célula oscilava em intensidade, em algumas varreduras do radar do Morro da Igreja, chegou a indicar 75 dBz, mas nas maioria se manteve 70.

     As 1:15 minutos, a parte frontal do núcleo da célula chegou a nossa sede, com as descargas elétricas logo atrás, a parte frontal do núcleo apresentou uma possível e momentânea rotação, que pelo que vi, era anti-horária. O mais impressionante foi o som das rajadas ascendentes, que é indicação de granizo, ou a presença de mesociclone.

     As 1:20 da madrugada, a possível rotação desapareceu, e a zona precipitativa do centro e retaguarda do núcleo começou a passar sobre nossa sede, causando aumento na chuva e nas ocorrências das descargas elétricas.

     As 1:29 minutos, um raio caiu nas redondezas da nossa sede, o núcleo chegou bem encima da localização da LSPS Tempestades.

           | Raio caindo a aproximadamente 900 metros da sede | Foto: Lucas Slongo |

     Um minuto depois do primeiro raio, um segundo raio caiu bem mais perto da nossa sede, mas este foi mais forte que o anterior, sua intensidade sugou a energia ao redor, fazendo ocorrer uma queda momentânea de 5 segundos no fornecimento de energia elétrica na Estância Grande. Abaixo está a imagem do raio em questão filmada dentro da nossa Capsula de Registro.

          | Raio caindo a aproximadamente 500 metros da sede | Foto: Lucas Slongo |

     O Raio mostrado acima era o sinal que a interceptação se tornou muito perigosa, um terceiro raio poderia me atingir a qualquer momento, levando isso em consideração, eu sai da área aberta e fui para um local fechado em nossa sede, enquanto a câmera na caixa de registro, registrava tudo que ocorria no lado de fora.

     Durante a passagem do núcleo da célula, houve chuva intensa, descargas elétricas fortes, e algumas pequenas pedras de granizo. Eu esperava mais dessa célula, depois de perceber que a metade sul da célula (onde forma o gancho em super células tornádicas) passou sobre nossa sede.

Projeção da LSPS Tempestades:
     O El Niño no Pacifico Equatorial em 1.5 no dia, foi um dos principais causadores dos eventos do dia 19 de Julho, o fenômeno tende a aumentar a frequência de chuva no sul do Brasil, junto com eventos severos.
     A Partir de Agosto, o clima tende a inciar a transição, de inverno para a primavera astronômica, neste mês em diante, os eventos severos tendem a aumentar de frequência e intensidade. Na projeção do dia 23 de Julho (dia em que digitamos esta postagem), os modelos sujeriram um El Niño histórico de 3.5 a 4.0 no fim do ano.
     El Niño em ascendência, junto com Atlântico norte e sul quentes, tendem a criar a Temporada de Tempo Severo mais ativa na década, e nos primeiros 3 meses do ano que vem, provavelmente teremos um ciclone tropical em nosso Atlântico Sul.
     No momento, o que está acima é apenas projeção, mas já fica aqui uma pequena análise de alerta de quem entende de clima severo. Durante esses prováveis eventos, nós estaremos alertando em forma de Boletins em nossa página no Facebook.

Inter-Temporada Até Aqui:
Tornados: 2 (Paraná).
Ondas de Tempestades: 2 (14 de Julho), ( 18 a 19 de Julho).
Eventos Interceptados: Célula com potencial de granizo (19/1/2015).

Recado para órgãos que insistem em manchar a imagem da LSPS Tempestades ↓:
LSPS Tempestades75% de Acertos em previsões e boletins de alerta em 2014.

CRÉDITOS:
• Imagens: Lucas Slongo.
• Texto: Lucas Slongo (LSPST).
• Fontes: NOAA.

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